O DB Sentinel foi desenhado para passar por avaliação de segurança: coletamos metadados de execução, mascaramos literais antes de gravar e mantemos o DBA Virtual em modo somente leitura. Cada afirmação desta página corresponde a um controle implementado no produto, e todos podem ser verificados no seu ambiente.
Os dois modelos seguem a mesma regra: o conteúdo dos seus bancos nunca é coletado. O que muda é onde fica o repositório de métricas.
Sem promessa de roadmap: tudo abaixo já roda hoje, em todas as engines suportadas.
O único lugar onde um dado sensível poderia aparecer é o texto de uma consulta, um CPF numa cláusula WHERE, por exemplo. Strings e números viram ? antes de a linha ser gravada. Nem o repositório guarda o literal e, por consequência, o DBA Virtual nunca o recebe. Vem ligado de fábrica.
O usuário de monitoramento é criado com permissão mínima de leitura de catálogo (VIEW SERVER STATE no SQL Server, papel pg_monitor no PostgreSQL, e os equivalentes nas demais engines). Ele enxerga como o banco executa, esperas, contadores, planos, estatísticas, e não tem privilégio para consultar dados de negócio.
As senhas das instâncias monitoradas são cifradas (AES via Fernet) no repositório e nunca trafegam para fora do seu ambiente. As senhas dos usuários do painel usam PBKDF2-SHA256 com 200 mil iterações, troca obrigatória no primeiro acesso e bloqueio temporário após tentativas falhas.
O DBA Virtual consulta os dados já coletados e sugere, nunca executa por conta própria. Executar só existe no modo Assistido: uma lista fechada de ações de tuning, cada uma aprovada explicitamente por um administrador e registrada em trilha de auditoria (quem, quando, o quê, com qual resultado). Alterar estrutura de objetos é proibido por projeto, em qualquer modo.
Nenhum componente instalado nos seus servidores de banco aceita conexão de entrada. O agente faz uma única saída HTTPS para o painel: pela rede interna no self-hosted, ou pela internet quando o painel é hospedado por nós. Até as ações do modo Assistido chegam assim, o agente busca o que foi aprovado, ninguém empurra comando para dentro da sua rede.
Cada conta enxerga apenas as próprias instâncias, usuários e histórico. Pedir um recurso de outra conta devolve “não existe” em vez de “sem permissão”, assim nem a existência do dado alheio vaza. No nosso lado, o banco também aplica isolamento por conta como segunda camada, independente da aplicação.
Se optar por deixar o painel conosco, você mesmo define no portal quais IPs podem acessá-lo. A regra é aplicada na borda, antes de a requisição chegar à aplicação: IP autorizado entra, o resto recebe 403. Por padrão o painel fica protegido pelo login, e você aperta quando quiser, sem abrir chamado.
Painel em HTTPS, agente falando com o servidor central por HTTPS com validação de certificado, e servidor central falando com a nuvem DB Sentinel por HTTPS. O painel também responde com cabeçalhos de segurança (CSP, X-Frame-Options, nosniff).
A coleta local preserva o histórico durante uma falha de internet, mas o produto completo depende da conexão: login sincronizado, validação de licença, atualização de patches, Análise proativa e DBA Virtual exigem saída HTTPS. A tolerância da licença é contingência, não substitui uma conexão permanente.
O desenho da rede é o mesmo em qualquer cliente: conexões nascem de dentro para fora, uma camada por vez.
Lê metadados com permissão mínima, mascara os literais ali mesmo e faz uma saída HTTPS para o servidor central. Não abre porta; usa a rede interna no self-hosted ou a internet no painel hospedado, e guarda as credenciais cifradas localmente.
Guarda o histórico, roda as análises e serve o painel em HTTPS, com perfis de acesso e isolamento entre contas. É a peça que precisa de saída permanente para a internet.
Recebe o contexto já minimizado das perguntas ao DBA Virtual e os contadores de licença. Nada é retido para treinamento de modelos, e nós nunca iniciamos conexão para dentro da sua rede.
As mesmas respostas que damos em questionário de fornecedor, por escrito, antes de você perguntar.
Não. O coletor lê apenas metadados de execução, e o usuário que ele usa não tem permissão para consultar tabelas de negócio. No modelo self-hosted, esse histórico fica inteiramente na sua rede; no modelo em que hospedamos o painel, o que chega é metadado de performance com os literais já mascarados na origem.
Duas coisas, ambas por uma saída HTTPS do servidor central (nunca dos servidores de banco). Primeira: o contexto das perguntas ao DBA Virtual, métricas agregadas, esperas e texto de query já mascarado. Trafega cifrado, não fica armazenado na nossa nuvem e não é usado para treinar modelos. Segunda: licenciamento e telemetria mínima, número de instâncias, consumo de tokens e versão do produto.
No self-hosted, o agente alcança o painel pela rede interna e não precisa sair diretamente para a internet. No painel hospedado, o agente precisa de saída HTTPS 443 para o endereço do painel. Em ambos os casos, o servidor do painel depende de internet para os serviços da Central e nenhuma porta de entrada é aberta no host do banco.
Por padrão não, ele é somente leitura. Se você ligar o modo Assistido, ele continua apenas propondo: quem autoriza é um administrador seu, a ação precisa estar na lista fechada de operações de tuning e tudo fica na trilha de auditoria. Mudança de estrutura de objetos não entra nessa lista em hipótese alguma.
Além do login com perfis (administrador, operador e visualizador) e do isolamento entre contas, o painel hospedado por nós aceita uma lista de IPs definida por você no portal: configurou, só esses IPs entram e o resto recebe 403 na borda. No self-hosted, o painel está na sua rede e quem controla o acesso é a sua própria infraestrutura.
Os dados de monitoramento são seus. No self-hosted eles já estão no seu servidor, num repositório PostgreSQL com backup diário automático e retenção configurável. No hospedado, o cancelamento abre um protocolo; o exportador seguro ainda está em implantação e o formato disponível é confirmado no chamado.
Precisa de um documento formal para a avaliação de fornecedores? Escreva para suporte@dbsentinel.com.br que enviamos o datasheet completo.
A melhor auditoria é a prática: instale, use a permissão mínima que documentamos e veja exatamente o que é coletado.
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